Niram Art Magazinefounded by Romeo Niram |
|
NOTICIAS, EVENTOS & FOTOSBOGDAN ATER
BOGDAN ATER : PHOTOGRAPHY EXHIBITION IN LISBON
Saldanha – Atrium Galleries in
His photographic art seems to “question the light’s virtue of a pacifying existence. With this artist, the mark of mystery holds more weight than the temptation of sin, his art leaving deep traces in the light. These traces reveal the memories of some insidious areas of danger and opacity. We, the viewers, are his victims, we, who try to make a deep contact with ourselves, in the end.” (Mario Barangea)
______________ Em Lisboa, está patente a exposição de fotografia do fotógrafo Bogdan Ater, a ver nas Galerias Saldanha – Atrium, entre 25 de Junho e 15 de Julho de 2008.
______________
Galeriile Saldanha – Atrium din Lisabona organizeaza expozitia “Zapping” a fotografului roman Bogdan Ater, care curprinde lucrari din mai multe serii fotografice. Bogdan Ater s-a născut în 1980
In arta fotografica a lui Ater, „lumina ca mod de existenţă pacificatoare este pusă sub semnul întrebarii. La acest artist, amprenta misterului apasă mai greu decât cugetul păcatului, arta lui lăsând urme adânci în lumina. Sunt urme care relevă amintirea unor zone insidioase, de pericol şi opacitate. Victimele lui suntem noi, privitorii, cei care încercăm să facem un contact plenar, de fapt cu noi înşine.” (Mario Barangea)
Expozitia de fotografie este deschisa in capitala Portugaliei intre 25 Iunie si 15 Iulie 2008.
APARICIÓN EDITORIAL DE UNA ESCRITORA RUMANA EN ESPAÑA:
ANDRA ROTARU: En una cama bajo la sábana blanca PINTURA Y POESÍA
La figura de la pintora revela una historia personal que reivindica el valor de una obra que no quiso rendirse ante las vicisitudes de la vida. Pese a la reclusión que impone vivir en una cama, o las limitaciones del cuerpo fracturado, Andra Rotaru rinde homenaje a Frida Khalo con la recreación literaria de los cuadros de la autora.
Las pinturas de Frida Khalo inspiran a la poesía en una combustión visual y cromática, psicológica y lingüística, y la poesía de Andra Rotaru muestra con un registro intimista un repertorio sentimental que desde el mundo de los sueños y los deseos contrastados confiesa una feminidad individual en la obra de arte.
http://www.bassarai.com/pages/cama.html
EL MOVIMIENTO DE ARTE CONTEMPORÁNEO DE PORTUGAL,
IMPORTANTE HOMBRE DE CULTURA DEL MUNDO LUSÓFONO, HA LLEGADO A SUS 14 CUMPLEAÑOS.
PARA CELEBRAR ESTE IMPORTANTE ACONTECIMIENTO, MAC LISBOA ORGANIZA
¡EN HORA BUENA!
M O V I M E N T O A R T E C O N T E M P O R Â N E A
RUA DO SOL AO RATO, 9C, 1250 LISBOA TEL.213850789 – TM.962670532
AV. ÁLVARES CABRAL, 58/60, 1250 LISBOA TEL.213867215 – TM.962670532
_______________
ALBINO MOURA ALFRED OPITZ ARTUR BUAL GIL TEIXEIRA LOPES HILÁRIO TEIXEIRA LOPES LOURDES LEITE LUÍSA NOGUEIRA MANUELA PINHEIRO
MARIA JOÃO FRANCO MARÍLIA VIEGAS MATILDA MARÇAL MIGUEL BARROS NELSON DIAS PORFÍRIO ALVES ROBERTO CHICHORRO TERESA MENDONÇA
ALBERTO GORDILLO JOÃO DUARTE
ALBERTO GORDILLO
ENTRE OTROS ARTISTAS
MAC – Movement for Contemporary Art in
M O V I M E N T O A R T E C O N T E M P O R Â N E A -Portugal
RUA DO SOL AO RATO, AV. ÁLVARES CABRAL, 58/60, 1250 LISBOA TEL.00351/213867215 – TM.00351/962670532
O MAC – Movimento Arte Contemporânea tem a honra de convidar V. Exa. para a inauguração da Exposição Colectiva de Pintura, Escultura e Joalharia, comemorativa do seu 14º aniversário. Nesta inauguração serão atribuídos os MAC`2008 (escultura concebida pelo escultor João Duarte) aos artistas e entidades que mais se destacaram culturalmente nos nossos espaços durante o ano de 2007/2008. A entrega dos Prémios MAC`2008 decorre na Av. Álvares Cabral, nº 58/60, em Lisboa, pelas 18h30, seguindo-se a inauguração da Exposição em simultâneo, no MAC na Rua do Sol ao Rato, nº 9C e no MAC, na Av. Álvares Cabral, nº 58/60, em Lisboa.
INAUGURAÇÃO DA EXPOSIÇÃO E ENTREGA DOS PRÉMIOS MAC 2008
1 de Julho de 2008 (Terça-Feira)
pelas 18 horas e 30 minutos
até
30 de Setembro de 2008
(interrompe para férias durante o mês de Agosto)
de Segunda a Sexta das 13 às 20 horas, Sábados das 15 às 19 horas.
14º Aniversário do MAC – Movimento Arte Contemporânea
Desenvolver um projecto é sempre uma tarefa árdua que exige amplamente esforços constantes e desinteressados.
Os projectos de divulgação cultural que nos propusemos, relevam da necessidade cada vez mais premente, numa sociedade em que os valores se “alternizam” em favor da dispersão e de aculturações maiores, de cumprir missões de cidadania. Missões essas que apropriam de um modo total o sentido do que é o conhecimento, neste caso da arte como a forma de cultura mais abrangente e globalizante, de todas as raças, de todas as civilizações, de todos os credos, de todos os tempos.
Assim apostamos em constantes desafios, quer em Portugal, quer no estrangeiro, nomeadamente na via da Lusofonia.
É neste campo que se situa e desenvolve o nosso projecto de trabalho, para que as reflexões simultâneas da língua portuguesa e da linguagem universal das artes se conjuguem e completem como factores de conhecimento e de progresso cultural dos povos.
É este o papel do MAC – Movimento Arte Contemporânea, que acolhendo nos seus espaços, as várias formas de expressão daqueles que dão forma e conteúdo àquilo a que hoje chamamos ”arte”, os artistas que nos seus modos vários de apresentação plástica nos deixam ver para lá dos mundos constantes e rotineiros que rodeiam o nosso quotidiano, permitindo-nos penetrar nos seus universos íntimos, contactando assim com outras realidades, porventura mais enriquecedoras.
Falamos dos artistas consagrados, que na sua qualidade nos dispensamos de apresentar, e também dos jovens, com quem contamos, esperando sempre e de cada um, o seu melhor empenho.
Todos os trajectos se retraem por vezes por alguns escolhos, divergências e desistências. O MAC, como equipa, teve e tem essa experiência. Daqueles que se desviam dos caminhos que pensámos trilhar em conjunto, preferindo virar as costas em silêncio. À cobardia e incoerência dos seus actos responderemos com mais e mais perseverança, procurando tornar cada vez mais profícuo e fecundo o empenho em novos e apaixonantes projectos, sempre e constantemente renovados.
Não podemos deixar de referir o interesse do público que nos afirma e confirma diariamente a absoluta necessidade de divulgar a arte, papel indispensável numa sociedade que se quer empenhada no seu progresso sócio-cultural. Cabe-nos como agentes de cultura, que privilegiamos ser, um papel fundamental de divulgação da arte através dos artistas com que trabalhamos e que abnegadamente se põem ao dispor de todos para a consecução real e eficaz dos projectos que se sucedem.
Regozijamo-nos com a convicção de termos vindo a cumprir os nossos objectivos, que com tanto entusiasmo desde o início nos propusemos, e com o facto de ter conseguido para o MAC e para os seus artistas o lugar de destaque que hoje tem no panorama das artes plásticas.
Nesta exposição em que comemoramos o 14º aniversário do MAC – Movimento Arte Contemporânea, serão atribuídos os “MAC2008” (peça escultórica da autoria do Professor Escultor João Duarte), aos artistas que nos vários níveis e escalões, mais se destacaram no MAC durante 2007/2008, bem como aos órgãos de comunicação e divulgação, instituições e personalidades particulares ou colectivas, que mais o apoiaram durante este mesmo período.
A todos os que connosco têm interiorizado estes projectos de trabalho, sem os quais o todo social se empobrece, e se têm rejubilado com esta nossa caminhada, deixamos o convite para que se juntem, à nossa festa, a festa da arte! Dedicamo-vos, sempre, estes eventos com toda a amizade.
Álvaro Lobato Faria Director Coordenador do MAC Zeferino Silva Director do MAC
Roberto Chichorro situa-nos no exacto lugar entre a pintura e a poesia. A sua africanidade é a sua estética e poética, o seu fundamento e a sua inspiração longínqua.
Revela-nos as memórias da alma num horizonte temporal pressentido, muito para alem da magia do sonho possível.
A pintura de Roberto Chichorro contem-se num tempo essencial, espacial e rítmico de um “eros” onirico e musicalizado, marcada por um colorismo emanente de mitos e ritos que se situam nas suas raízes e referências africanas, na ingenuidade possível de um tempo escolhido entre a memória e a poesia.
Por invisíveis elos que se estabeleçam entre as telas analisadas, uma inter conexão de sentidos, cuja interpretação faz aflorarem significados submersos, inscritos no inconsciente histórico dos contextos sociais onde se geraram as obras do pintor.
Na pintura de Roberto Chichorro, cores, sons, formas harmonizam-se de forma a criar um universo poético que se exprime também pelos títulos das telas, através dos quais se envolve na matéria da poesia. O onirismo pictórico das obras de Chichorro dialoga com uma poética “chagaliana”, entre a impossibilidade do possível onde os sonhos reconhecidamente se revelam pela sua constância.
Não poderemos deixar de reconhecer, assim, na sua obra certos aspectos europeizantes, não deixando nunca de revelar, apesar disso, também a memória do seu país natal e da sua infância passada.
As telas de Roberto Chichorro apreendem para alem e apesar do seu cromatismo, os sonhos destruídos pela exigência da história do seu país que os homens quiseram escrever.
Revelará ainda a pintura de Chichorro, alegoricamente, momentos reprimidos do outrora, na tristeza dos olhares, na negritude das sombras e dos rostos em que se repete a desconfiança e o medo, contidos porem num erotismo onde uma capacidade narrativa apela a uma poética dimensional do “eros”.
Assim, entre o medo e o sonho, Roberto Chichorro recupera a história, numa perspectiva de reconstrução do amor e do sonho, onde se fundam e fundem os eternos luares.
Álvaro Lobato Faria Director Coordenador do MAC Zeferino Silva Director do MAC
Photographic exhibition by SIMION DORU CRISTEA, Lisbon, 2008
IMAGO MUNDI ... IMAGO LIBRI ...the first one, the cathedral that holds within it a whole world, the second one, the word in a graphical, printed form which personifies the man and the world. The book underlines the uniqueness of the human being, the thought recorded forever, transferred and experienced by the readers.
The photographer captures poetically the constructive vision of the reading, regardless of space and time limitations, but especially inside the Library, the temple of the book, a virtual as well as a real habitat. Thus, there are generated titles and works that speak about the metamorphosis of the man into a book , and of the book into a man as in Leda, the descent (the experience) of the transcendental into a liturgical painting as in The Words of the Lord, the founding of the world through symbolic manifestations of Initiation, Paradise, Poem and Ode, the human condition that conjugates formation with creation and game in Chance, its continuous re-discovery, which changes the faith centred on the Ego with the knowledge that imparts the Ego, dispersing it, throughout the world. With us being unaware of that, it all happens within our reading horizon and we are surprised by the candid Trans-vision. Ulysses continues his Odyssey. A bookshelf sums up so many lives, so many dreams; each book contains a Destiny, a window to the world, a reflection on the understanding of things. Reading guides the man back to his Roots, steals away from him the space and time coordinates, projecting him on other coordinates, as in Flying, Navigating, Migration, Crossroads, imagining others as well.
Light summons the souls at a Meeting where Love is ageless, a kingdom is doubtlessly less than the Empire of the books, by playing and tempting one’s fortune, miracles may happen. The book and the reader form an Ideal Pair and together leave on a quest for new adventures in Neverland.
The book is the thread of life which, just like a Clepsydra, separates/unites the present time with the Future, the Three Kings of the East being its carriers. And all these aspects converge in the Sphinx, guardian of the secrets of the visible and of the invisible things. The space within a book is nothing but its significance, speaking silently in a thought that does not exist outside words, that does not transcend them, that can only be heard by the Nymphs of the World Beyond. (Simion Doru Cristea)
With the participation of: Ana Sofia Chermont de Magalhões Cláudia Alves Henrique Melo Iuliana Georgeta Diacono Joaquim Coutinho Leonor Sottomayor Maria João Coutinho Pedro Caeiro Pedro Coelho Rui Alexandre Garção de Poiva Silva Gomes Zélia Coutinho
“IMAGO MUNDI… IMAGO LIBRI…
a primeira, a catedral que nela concentra todo um mundo, a segunda, a palavra numa forma gráfica impressa que exponencializa o homem e o mundo. O livro evidencia a unicidade do ser humano, o pensamento para sempre gravado, transferido e vivenciado pelos leitores. O fotógrafo capta poeticamente a visão construtiva da leitura em qualquer espaço e tempo, mas muito especialmente na Biblioteca, templo do livro, seja ela um habitat intelectual real ou virtual. Geram-se então títulos e obras que visam a metamorfose do homem no livro e do livro no homem como Leda; o descer do transcendente num quadro litúrgico nas Palavras do Senhor; a fundamentação do mundo através das manifestações simbólicas de Iniciação, Paraíso, Poema e Ode, a condição humana que conjuga a formação com a criação e o jogo na Sorte, a sua redescoberta contínua, cambiando a fé centrada no Ego com o conhecimento que dispersa o ego no mundo. Sem de tal termos consciência, tudo se passa através do nosso horizonte de leitura e surpreende-nos a cândida Transvisão. Ulisses prossegue a sua Odisseia. Uma prateleira é a soma de tantas vidas, tantos sonhos, cada livro contém um Destino, uma Janela para o mundo, uma reflexão sobre o entendimento das coisas. A leitura leva o homem às suas Raízes, rouba-lhe as coordenadas espaço-temporais, projectando-o noutras, como o Vôo, Navegando, Migração, Cruzamentos, imaginando-o outro. ![]() A luz clama as almas para um Encontro onde o Amor não tem idade, um reino é incomparavelmente menor que o Império dos livros, jogando a sua fortuna e o milagre acontece. Livro e leitor formam um Par Ideal e juntos buscam novas aventuras na Terra do Nunca. O livro é o fio da vida que como Clepsidra separa/une o tempo presente e o Futuro, os Reis Magos seus portadores. E todas estas facetas convergem na Esfinge, guardiã dos segredos do visível e do invisível das coisas. O espaço dos livros não é mais senão o sentido das mesmas, falando consigo próprio num pensamento que não existe fora das palavras, que não vê para além delas, que escuta unicamente as Ninfas do Além.“
Simion Doru Cristea, nascido em Bistriţa, Roménia, é doutorado
El INSTITUTO CULTURAL RUMANO DE MADRID organiza:
Encuentro y debate de ideas entre especialistas rumanos y espanoles, que desvelara el modelo femenino del Levante europeo a lo largo del tiempo, en la Universidad de Alcala, viernes, 20 de junio de 2008, a las 19:00 h. Participa Mihaela Manescu, la autora de un libro-evento que acaba de ser publicado en Rumania - "Retrato de mujer bizantina", Editorial Sinergii, Bucarest, 2008. <!--[if !supportLineBreakNewLine]-->
<!--[endif]-->
ICR Madrid
ACTIVIDADES CULTURALES DEL INSTITUTO CULTURAL RUMANO DE MADRID - ABRIL 2008 Instituto Cultural Rumano – Calle Marqués de Urquijo 47, 1 Derecha, 28008, Madrid
Steinhardt: EL DIARIO DE
EL MOVIMIENTO ARTE CONTEMPORÁNEO DE LISBOA, PORTUGAL PRESENTA :
Álvaro Lobato de Faria galeriamac@mail.telepac.pt
ROMEO NIRAM : Diario – Mircea Eliade - ensayo ICR MADRID
El Instituto Cultural Rumano de Madrid organiza la exposición „Diario - Mircea Eliade – ensayo” en homenaje al gran escritor, del pintor rumano Romeo Niram.
Abierta al público entre el 18 de diciembre y el 16 de enero 2008, en la sede del Instituto Cultural Rumano, c/ Marqués de Urquijo, 47, 1-dcha, 28008 Madrid.
Los ensayos de Romeo Niram son, por consiguiente, ciclos, sucesiones, rehechas y „reescritas”, un eterno retorno en ciertos montajes espaciales emblemáticos, utópicos, donde su héroe pasa por primera vez. El héroe de los mitos de Niram es siempre El Gran Rumano (viajero o exiliado) encuentra en los paisajes extranjeros y, al mismo tiempo, familiares. Somos evidentemente en el punto final del ensayo, de la intriga, al inesperado. Niram nos revela, al final, la identidad del héroe en el nombre del cual él construyó con lucidez, etapa tras etapa, ese atrevido escenario”. De este modo, sostiene Dan Caragea, la „ eliadofania llegó a ser el tema principal del Diario de Romeo Niram”.
Institutul Cultural Roman din Madrid organizeaza expozitia omagiala dedicata lui Mircea Eliade intitulata “Diario – Mircea Eliade - ensayo” (“Jurnal – Mircea Eliade – eseu”), a pictorului roman Romeo Niram, deschisa intre 18 Decembrie 2007 si 16 Ianuarie 2008, la sediul sau din c/ Marques de Urquijo, 47, 1o-dcha., 28008 Madrid.
In cuvintele Dnei. Begoña Fernández Cabaleiro, scrierile lui Mircea Eliade, "de o bogatie impresionanta, au constituit o lectura constanta pentru Romeo Niram. In aceasta noua serie de picturi, Niram picteaza bogatia scrierii lui Eliade. Insa nu este vorba de niste tablouri oarecare. Este vorba de o pictura conceputa ca si o carte, in care scrierea ia forma tabloului. Vom incerca astfel sa descoperim cheia artistica a “gramaticii |
|
| Copyright: NIRAM ART | |